Há momentos que pensamos demais
As vezes seria melhor deixar tudo como está
Rolando ladeira abaixo sem parar
Apenas com a incerteza se chegará
Nisso a onda bate
Molha teus pés
Refresca sua alma
Olhas pro horizonte
E avistas várias janelinhas
Todas pequeninas
Famintas
Continuas a observar
Qual que mais se aproximará
Não, não é uma disputa
Apenas que algumas chegam
Outras não
Vamos esperar
E ver no que vai dar
Seja pra aterrizar
Seja pra voar
Será que uma delas irá ancorar?
Quem sabe até mais de uma...
O que importa é continuar
Sempre visando o bem-estar
✦
21 de dezembro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
É isso mesmo?
Deitado no tapete
Pensando na vida
Procuro um macete
Pra desenrolar minha ida
Procuro coisas diferentes
Tentando não parar
Sempre encontrando batentes
Mas nunca deixando de me apaixonar
Sigo alegremente
Para que todos vejam a leveza
Mas internamente
Não é bem essa moleza
Fechos os olhos pra dormir
Logo paro de sorrir
Pego no sono fácil
E tudo recomeça no mesmo paço
Batendo aquele cansaço
Com todo esse mormaço
Pensando na vida
Procuro um macete
Pra desenrolar minha ida
Procuro coisas diferentes
Tentando não parar
Sempre encontrando batentes
Mas nunca deixando de me apaixonar
Sigo alegremente
Para que todos vejam a leveza
Mas internamente
Não é bem essa moleza
Fechos os olhos pra dormir
Logo paro de sorrir
Pego no sono fácil
E tudo recomeça no mesmo paço
Batendo aquele cansaço
Com todo esse mormaço
✦
19 de dezembro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Minha paleta
São cores
Cores de flores
Que representam amores
Em preto e branco
Com muitas dores
Caminhos tortuosos
E noites em claro
É claro
Cores de flores
Que representam amores
Em preto e branco
Com muitas dores
Caminhos tortuosos
E noites em claro
É claro
✦
13 de dezembro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Posso?
Caia a noite
Em meio a ladeiras e bares
Conheci seus lábios
Tempo voou
Queria que não passasse
E numa despedida
Te beijei mais uma vez
Nossa, que encaixe
Tempo parou
Mas tiveste que ir
Hoje não consegui parar de lembrar
Gostaria de te contar
Que algo não ficou no mesmo lugar
Fiquei desnorteado
Parei pra pensar
Não consegui almoçar
Só lembrava do final de ontem
Será que pra você também foi assim?
Quero te ver novamente
Quero te conhecer novamente
Posso te beijar novamente?
Por favor não mente
Em meio a ladeiras e bares
Conheci seus lábios
Tempo voou
Queria que não passasse
E numa despedida
Te beijei mais uma vez
Nossa, que encaixe
Tempo parou
Mas tiveste que ir
Hoje não consegui parar de lembrar
Gostaria de te contar
Que algo não ficou no mesmo lugar
Fiquei desnorteado
Parei pra pensar
Não consegui almoçar
Só lembrava do final de ontem
Será que pra você também foi assim?
Quero te ver novamente
Quero te conhecer novamente
Posso te beijar novamente?
Por favor não mente
✦
9 de dezembro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Meu ser
Ser da noite
Boêmio, poeta, amante
Ser de luz
Amigo, verdadeiro, amante
Ser de mim
Respeito, sempre, amante
Ser de equilíbrios
Simples, sofisticado, amante
Ser de amor
Leve, delicado, amante
Ser amante
Alegre, gentileza, irradiante
Boêmio, poeta, amante
Ser de luz
Amigo, verdadeiro, amante
Ser de mim
Respeito, sempre, amante
Ser de equilíbrios
Simples, sofisticado, amante
Ser de amor
Leve, delicado, amante
Ser amante
Alegre, gentileza, irradiante
✦
8 de dezembro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Sossegado
Pra Vila do Sossego eu voltei
De bicicleta eu rodei
Procurei um fiteiro e não achei
Novidades encontrei
E nisso trabalhei
Logo me sujei
Mas feliz fiquei
Então eu acordei
De bicicleta eu rodei
Procurei um fiteiro e não achei
Novidades encontrei
E nisso trabalhei
Logo me sujei
Mas feliz fiquei
Então eu acordei
✦
4 de dezembro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Noite em dó maior
Foi lá que eu vi estrelas
Mais um pouco via a lua
Sem nuvens nem nada
Apenas a rua nua
Sorriste para mim
Em silêncio retribuí
Admirando-te todas as noites
Mesmo assim não canso de sorrir
Imensidão de solidão
Mas isso é ruim não
Apenas diferentão
Movimento peculiar
Desses de encantar
Como a leveza deste pensar
Mais um pouco via a lua
Sem nuvens nem nada
Apenas a rua nua
Sorriste para mim
Em silêncio retribuí
Admirando-te todas as noites
Mesmo assim não canso de sorrir
Imensidão de solidão
Mas isso é ruim não
Apenas diferentão
Movimento peculiar
Desses de encantar
Como a leveza deste pensar
✦
29 de novembro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
O avesso do avesso do avesso
Aquele toque suave e delicado
Que deslizou por todo um centímetro
Como se fosse uma avenida calada
Ajudou a refletir e mostrar meu avesso
Será que o desejo seria um sempre alguém?
Descubro hoje que não
O que espero seria encontrar aquilo que não obtive
Sigo buscando até encontrar
Será que isso acontecerá?
Quem saberá?
Um esboço já foi desenhado
O que desejo pode estar ao lado
Já foi visto e até invejado
Mas nunca alcançado
Aquele toque com muito carinho
De um gesto pequenininho
Ainda não acontecido
É isso que preciso
Lá no fundo
Só atimia
Que deslizou por todo um centímetro
Como se fosse uma avenida calada
Ajudou a refletir e mostrar meu avesso
Será que o desejo seria um sempre alguém?
Descubro hoje que não
O que espero seria encontrar aquilo que não obtive
Sigo buscando até encontrar
Será que isso acontecerá?
Quem saberá?
Um esboço já foi desenhado
O que desejo pode estar ao lado
Já foi visto e até invejado
Mas nunca alcançado
Aquele toque com muito carinho
De um gesto pequenininho
Ainda não acontecido
É isso que preciso
Lá no fundo
Só atimia
✦
13 de outubro de 2016
•
P!RACA
Problemática poética de pelúcia
Hoje eu acordei vendo poesia em tudo
Lentidão em quase tudo
Aqueles dias em que problemas viram ursinhos de pelúcia
Pois ficam ali, quietos, enfeitando
Servindo as vezes de acalanto
Evitando que caiamos no pranto
Uma pessoa me falou que no trabalho estava uma confusão
E esta, bem no olho do furacão
Não encontrava a solução
Simples, disse eu de supetão:
Transforme-se em deus dos ventos
Num sopro afaste a tempestade e seus lamentos
Trazendo a merecida paz para este momento
Seja mais forte que o problema
Trate-o com sua devida proporção
Pequenos pensamentos
Que fazem toda a diferença
Podendo ter ou não, um pouco de diversão
Nos mantendo sãos
Até o próximo problemão
Lentidão em quase tudo
Aqueles dias em que problemas viram ursinhos de pelúcia
Pois ficam ali, quietos, enfeitando
Servindo as vezes de acalanto
Evitando que caiamos no pranto
Uma pessoa me falou que no trabalho estava uma confusão
E esta, bem no olho do furacão
Não encontrava a solução
Simples, disse eu de supetão:
Transforme-se em deus dos ventos
Num sopro afaste a tempestade e seus lamentos
Trazendo a merecida paz para este momento
Seja mais forte que o problema
Trate-o com sua devida proporção
Pequenos pensamentos
Que fazem toda a diferença
Podendo ter ou não, um pouco de diversão
Nos mantendo sãos
Até o próximo problemão
✦
9 de outubro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
O sono insone
Era tarde, quando o som da noite
Beirava o inconsciente
Quase que de repente
Um barulho se ouviu
Foi o estalo de minha mente
Que destravou subitamente
Quando o horizonte se abriu
Clareando alegremente
O sono que chegou
Descaradamente
E feliz ele ficou
Pois dormiu
Beirava o inconsciente
Quase que de repente
Um barulho se ouviu
Foi o estalo de minha mente
Que destravou subitamente
Quando o horizonte se abriu
Clareando alegremente
O sono que chegou
Descaradamente
E feliz ele ficou
Pois dormiu
✦
8 de outubro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Análise morfológica de um sujeito oculto
Eu gostaria de não me preocupar
E quando eu quisesse, conseguisse me expressar
Colocar uma música e se sentir vontade dançar
Mesmo que só, apenas pelo sentir e deixar fluir
O sentimento inexplicável que vem
Arrebata, chacoalha e logo me mantém além
Num espaço tempo presente
Com uma dimensão alternativa
Um pouco mais lenta
As vezes até mais ativa
Onde a razão saiu pra comprar pão
Deixando no lugar a pura emoção
Que faz chorar por um simples acorde
Tocando e acalentando a alma
Como aquele pôr do sol de outrora
Mas ela voltou da padaria
Com um saco enorme de pão
Comerei tudo, centrado em minha lentidão
Que acabara de recuperar uma ilusão
Trazendo à tona novamente a verdadeira razão
E quando eu quisesse, conseguisse me expressar
Colocar uma música e se sentir vontade dançar
Mesmo que só, apenas pelo sentir e deixar fluir
O sentimento inexplicável que vem
Arrebata, chacoalha e logo me mantém além
Num espaço tempo presente
Com uma dimensão alternativa
Um pouco mais lenta
As vezes até mais ativa
Onde a razão saiu pra comprar pão
Deixando no lugar a pura emoção
Que faz chorar por um simples acorde
Tocando e acalentando a alma
Como aquele pôr do sol de outrora
Mas ela voltou da padaria
Com um saco enorme de pão
Comerei tudo, centrado em minha lentidão
Que acabara de recuperar uma ilusão
Trazendo à tona novamente a verdadeira razão
✦
7 de outubro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Contos Piraquês de um maluco encabulado
Solte a imaginação
Controle sua respiração
E ligue uma canção
Diminuindo a iluminação
Visualizando aqueles lábios carnudos
Que te convidam para um beijo
Daqueles quentes, gostosos
Que fazem perder a noção do tempo
Aguçando o olfato e acelerando o respirar
Seguido daquele toque sutil de quase perfeição
De mãos que agarram e passeiam subindo pelo pescoço
E entrando no cabelo causando um alvoroço
Com aquela segurada firme
Prensando seu corpo contra a parede
Em um momento de pura junção
Onde uma câmera lenta começou uma movimentação
Prolongando o tempo
E me deixando sem ação
Apenas querendo te conhecer
Livrando-me desta maluca solidão
Controle sua respiração
E ligue uma canção
Diminuindo a iluminação
Visualizando aqueles lábios carnudos
Que te convidam para um beijo
Daqueles quentes, gostosos
Que fazem perder a noção do tempo
Aguçando o olfato e acelerando o respirar
Seguido daquele toque sutil de quase perfeição
De mãos que agarram e passeiam subindo pelo pescoço
E entrando no cabelo causando um alvoroço
Com aquela segurada firme
Prensando seu corpo contra a parede
Em um momento de pura junção
Onde uma câmera lenta começou uma movimentação
Prolongando o tempo
E me deixando sem ação
Apenas querendo te conhecer
Livrando-me desta maluca solidão
✦
28 de setembro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Tristeza ao entardecer
Num verão equatorial
A seca não tem igual
Anseios por chuva em toda parte
Mas o dia passa e ela não vem
Finda tarde, cara não lavada
Mesa posta apenas com pão e água
Na escuridão chegou aquele ronco
Seguido do sono que alimentou com outro ronco
A seca não tem igual
Anseios por chuva em toda parte
Mas o dia passa e ela não vem
Finda tarde, cara não lavada
Mesa posta apenas com pão e água
Na escuridão chegou aquele ronco
Seguido do sono que alimentou com outro ronco
✦
14 de setembro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Refletindo o presente passado
Eu jamais disse que estavas errada
Eu só queria que compreendeste que aquilo não era nada
Porque o tudo, já era definido
Era aquilo tudo que ja havíamos concebido
Hoje, nesta mais longa jornada
Vejo que o caminho se prolonga
E não há nada que mude esta caminhada
Apenas continuo seguindo
Cantando, curtindo e sentindo
Aproveitando o que vem vindo
Alimentar este menino
Nesta tranquila jornada
De baixa temporada
Eu só queria que compreendeste que aquilo não era nada
Porque o tudo, já era definido
Era aquilo tudo que ja havíamos concebido
Hoje, nesta mais longa jornada
Vejo que o caminho se prolonga
E não há nada que mude esta caminhada
Apenas continuo seguindo
Cantando, curtindo e sentindo
Aproveitando o que vem vindo
Alimentar este menino
Nesta tranquila jornada
De baixa temporada
✦
26 de agosto de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Atualmente
Subitamente eu sigo o consciente
Que julgo sempre estar ausente
Porém, quando foi pertinente
Ele se mostrou coerente
Afastando-me daquele lugar
Que pensava ser um lar
Mas apenas era um pedaço do mar
Que avançou e quis quebrar
As calçadas beira-mar
Alegremente sigo calmamente
Buscando o horizonte lá na frente
Sou paciente
Espero lentamente
Chegar em minha casa
Desfazer as malas
E descansar tranquilamente
Balançando-me na rede da minha mente
Levemente
Que julgo sempre estar ausente
Porém, quando foi pertinente
Ele se mostrou coerente
Afastando-me daquele lugar
Que pensava ser um lar
Mas apenas era um pedaço do mar
Que avançou e quis quebrar
As calçadas beira-mar
Alegremente sigo calmamente
Buscando o horizonte lá na frente
Sou paciente
Espero lentamente
Chegar em minha casa
Desfazer as malas
E descansar tranquilamente
Balançando-me na rede da minha mente
Levemente
✦
23 de agosto de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Pelo tempo que durar
Dava pra ver em teu sorriso
A alegria que transbordava em tua alma
Contagiando e emocionando os arredores
Embalados pela tua voz
Até que a chama se apagou
Mas não levou embora
Esse balaio de sentimentos
Que trouxeste em boa hora
A alegria que transbordava em tua alma
Contagiando e emocionando os arredores
Embalados pela tua voz
Até que a chama se apagou
Mas não levou embora
Esse balaio de sentimentos
Que trouxeste em boa hora
✦
10 de agosto de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Poesia de violão
Toque um violão
Com mãos delicadas
Como se estivesse pegando um violão
Toque com amor
Daqueles puros e inefáveis
Ame como se tocasse uma canção naquele violão
Toque com toque
Mas que seja firme e forte
Fazendo sair aquela música da boca do violão
Toque e deslize
Carregue e navegue
Beije algum violão
Com mãos delicadas
Como se estivesse pegando um violão
Toque com amor
Daqueles puros e inefáveis
Ame como se tocasse uma canção naquele violão
Toque com toque
Mas que seja firme e forte
Fazendo sair aquela música da boca do violão
Toque e deslize
Carregue e navegue
Beije algum violão
✦
12 de julho de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Coisas da vida
São coisas da vida
Parecidas com a ida
Para aquele lugar
Bem próximo ao mar
Onde ficamos escutando
Quebrando e voltando
O barulho das ondas constantes
Meio que hipnotizantes
Misturadas ao vento
Que passa sobre elas como um lamento
Bem lentamente
Soprando levemente
Aquela brisa refrescante
Que alegra tanta gente
E meio que sem sentido fico mais contente
Parecidas com a ida
Para aquele lugar
Bem próximo ao mar
Onde ficamos escutando
Quebrando e voltando
O barulho das ondas constantes
Meio que hipnotizantes
Misturadas ao vento
Que passa sobre elas como um lamento
Bem lentamente
Soprando levemente
Aquela brisa refrescante
Que alegra tanta gente
E meio que sem sentido fico mais contente
✦
8 de julho de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Meninona
Tu que se diverte com pouco
Tu que abraças tão gostoso
Tu que gritas quando estás feliz
Tu que me faz tão feliz
Tu que cantas tudo errado
Tu que nem liga quando canta errado
Tu que dás cantadas engraçadas
Tu que és bem ousada
Tu que vieste lá de baixo
Tu que falavas "Bah"
Tu que agora também falas "ôxi"
Tu que serás uma eterna meninona
Tu que também és uma tremenda gatona
Sim, tu mesmo da motoquinha
Sabes de uma coisa?
Ps: I love you
Tu que abraças tão gostoso
Tu que gritas quando estás feliz
Tu que me faz tão feliz
Tu que cantas tudo errado
Tu que nem liga quando canta errado
Tu que dás cantadas engraçadas
Tu que és bem ousada
Tu que vieste lá de baixo
Tu que falavas "Bah"
Tu que agora também falas "ôxi"
Tu que serás uma eterna meninona
Tu que também és uma tremenda gatona
Sim, tu mesmo da motoquinha
Sabes de uma coisa?
Ps: I love you
✦
15 de junho de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Vagão de containers
Tenho costume de chegar em casa à noite e olhar para o céu
Pode parecer bobagem
Mas isso acalma
Por alguns segundos
Parece que tudo fica em câmera lenta
Os barulhos vão para longe
E nesta micro viagem particular
Brilha um sorriso feliz, besta, desses de casal apaixonado
Uma certa noite, quando estava saindo de casa
Decidi olhar para o céu
Nisso flagrei o voo rasante de uma coruja
De um prédio para o outro, bem despretensioso
Senti como se tivesse ganhado numa mini loteria
E aquele sorriso besta, por alguns instantes, voltou a se plantar em meus pensamentos
Pequenos sentimentos como este
Demandam containers para armazená-los
E alimentam minha vida
Colocando mais uma lenha
No vapor desta locomotiva louca
Que vez ou outra pensa ter chegado à estação
Mas logo vê que nada mais é
Do que mais uma miragem
O que resta é por mais lenha
Só espero que este vagão tender demore a esgotar
Pode parecer bobagem
Mas isso acalma
Por alguns segundos
Parece que tudo fica em câmera lenta
Os barulhos vão para longe
E nesta micro viagem particular
Brilha um sorriso feliz, besta, desses de casal apaixonado
Uma certa noite, quando estava saindo de casa
Decidi olhar para o céu
Nisso flagrei o voo rasante de uma coruja
De um prédio para o outro, bem despretensioso
Senti como se tivesse ganhado numa mini loteria
E aquele sorriso besta, por alguns instantes, voltou a se plantar em meus pensamentos
Pequenos sentimentos como este
Demandam containers para armazená-los
E alimentam minha vida
Colocando mais uma lenha
No vapor desta locomotiva louca
Que vez ou outra pensa ter chegado à estação
Mas logo vê que nada mais é
Do que mais uma miragem
O que resta é por mais lenha
Só espero que este vagão tender demore a esgotar
✦
14 de junho de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Ao som do espaço
Subo em andares que não existem mais
Planos imaginários suspensos no ar
Fantasmas habitam este espaço sem vida
Pois onde havia, não existe mais
Quem dera um dia isso tudo acabar
Mas impossível isso será
Pois o homem foi concebido para confrontar e questionar
Isso ou aquele e em qualquer lugar
O que resta é apenas esperar a paz chegar
De uma forma ou de outra ela aparecerá
Pode até demorar
Mas um dia você irá encontrar
Nem que seja em outro lugar
Podendo assim observar
Toda a magia daquele lugar
Planos imaginários suspensos no ar
Fantasmas habitam este espaço sem vida
Pois onde havia, não existe mais
Quem dera um dia isso tudo acabar
Mas impossível isso será
Pois o homem foi concebido para confrontar e questionar
Isso ou aquele e em qualquer lugar
O que resta é apenas esperar a paz chegar
De uma forma ou de outra ela aparecerá
Pode até demorar
Mas um dia você irá encontrar
Nem que seja em outro lugar
Podendo assim observar
Toda a magia daquele lugar
✦
10 de junho de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Oceano de ilusões que inundam multidões
Tomada pela novidade
Foi conhecer este novo pensar
Chegando lá, confortável estava
Porém algo começou a mudar
E aquele que parecia um deus
Logo se mostrou como Barrabás
Cheio de preocupações, com mil ligações
Sufocava e sempre arrumava um jeito de saber como estava
Este cuidado não se refletia em seu rebanho
Por que será que apenas com ela isso acontecera?
Seria ela aquela frágil bonita, de pensamentos puros, e que cega pela fé cairia no conto do vigário?
Por sorte, seus olhos foram abertos
Então percebera, as reais intenções daquele que era seu deus
Naufragando assim qualquer futura continuação de pensar por aquele lugar
Sua fé continua inalterada
Apenas desacreditada
Com instituições que se dizem sagradas
Percebendo a podridão que encontra-se debaixo daquele tapete surreal
Que transforma o intocável em mais um marginal
Baixo e desprezível, que não merecia estar naquela posição
Uma pena que muitos não se dão conta
Que sua fé foi apenas usada
Para ser abusada, ou manipulada
Sem se importar com o que pode acontecer
Continuam a fazer
Mas este, um dia pagará, seja aqui ou noutro lugar
De alguma forma isso se reverterá
E ele encontrará o caminho correto que lhe libertará.
Foi conhecer este novo pensar
Chegando lá, confortável estava
Porém algo começou a mudar
E aquele que parecia um deus
Logo se mostrou como Barrabás
Cheio de preocupações, com mil ligações
Sufocava e sempre arrumava um jeito de saber como estava
Este cuidado não se refletia em seu rebanho
Por que será que apenas com ela isso acontecera?
Seria ela aquela frágil bonita, de pensamentos puros, e que cega pela fé cairia no conto do vigário?
Por sorte, seus olhos foram abertos
Então percebera, as reais intenções daquele que era seu deus
Naufragando assim qualquer futura continuação de pensar por aquele lugar
Sua fé continua inalterada
Apenas desacreditada
Com instituições que se dizem sagradas
Percebendo a podridão que encontra-se debaixo daquele tapete surreal
Que transforma o intocável em mais um marginal
Baixo e desprezível, que não merecia estar naquela posição
Uma pena que muitos não se dão conta
Que sua fé foi apenas usada
Para ser abusada, ou manipulada
Sem se importar com o que pode acontecer
Continuam a fazer
Mas este, um dia pagará, seja aqui ou noutro lugar
De alguma forma isso se reverterá
E ele encontrará o caminho correto que lhe libertará.
✦
9 de junho de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
A tempestade e a calmaria
Chuva ritmada
Num compasso sincronizado
Nossa, quanta água derramada
Cai logo ali ao lado
Terminada a parte molhada
Tudo seca ali na estrada
Nenhuma nuvem atrapalhada
Zombará de mim sentado na escada
Nesses tempos modernos
Sejam eles secos e molhados
Com ou sem ventos no litoral
Que aprendem a voar
Como pedras rolantes
Perdidas no vento
Ontem ao luar
Num compasso sincronizado
Nossa, quanta água derramada
Cai logo ali ao lado
Terminada a parte molhada
Tudo seca ali na estrada
Nenhuma nuvem atrapalhada
Zombará de mim sentado na escada
Nesses tempos modernos
Sejam eles secos e molhados
Com ou sem ventos no litoral
Que aprendem a voar
Como pedras rolantes
Perdidas no vento
Ontem ao luar
✦
8 de junho de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Propedêuticas do Destino
Volto meio louco
Mas só um pouco
Sempre a observar
A matemática dura do mundo
Balancear-se com literatura poética do amor
Essa química é um verdadeiro primor
Que vive em um eterno atrito físico
Entre as palavras doce que o artista deixou
E o português frio daquele velho amigo que ficou
Mas que a vida seja leve
Como aquela aula de educação artística que sempre acalmou
Expondo aquele perfil que poucos conheceram
Deixando à mostra aquele lado escuro
Que continua escuro
Sem fazer questão de brilhar
Pois este se acende
Mas só quando o sol chegar
Mas só um pouco
Sempre a observar
A matemática dura do mundo
Balancear-se com literatura poética do amor
Essa química é um verdadeiro primor
Que vive em um eterno atrito físico
Entre as palavras doce que o artista deixou
E o português frio daquele velho amigo que ficou
Mas que a vida seja leve
Como aquela aula de educação artística que sempre acalmou
Expondo aquele perfil que poucos conheceram
Deixando à mostra aquele lado escuro
Que continua escuro
Sem fazer questão de brilhar
Pois este se acende
Mas só quando o sol chegar
✦
12 de maio de 2016
•
P!RACA
poemas
São 3 horas da manhã
Nesta hora todos descansavam
Principalmente ela
Cansada muito ela estava
Mas por algum motivo
Não está mais
Apenas a observo
Neste local de velas artificiais
Com o carinho de todos aqui presente e nada mais
Da mesma forma que ela tinha com a gente
Sempre com mil desculpas
Agora é a nossa vez de nos desculpar
Por não mais poder ajudar
Quero desejar tranquilidade nesse seu novo lar
Que um dia todos nós iremos alcançar
E assim poderemos nos reencontrar
Com isso quero lembrar...
Quem a conheceu, jamais esqueceu
Sempre buscou uma forma de ajudar
Seja um conhecido ou alguém que estava a precisar
Medir esforços jamais esteve em seu pensar
É dessas coisas que eu quero para sempre te lembrar
Feliz porque agora você pôde descansar.
1961~2016
Principalmente ela
Cansada muito ela estava
Mas por algum motivo
Não está mais
Apenas a observo
Neste local de velas artificiais
Com o carinho de todos aqui presente e nada mais
Da mesma forma que ela tinha com a gente
Sempre com mil desculpas
Agora é a nossa vez de nos desculpar
Por não mais poder ajudar
Quero desejar tranquilidade nesse seu novo lar
Que um dia todos nós iremos alcançar
E assim poderemos nos reencontrar
Com isso quero lembrar...
Quem a conheceu, jamais esqueceu
Sempre buscou uma forma de ajudar
Seja um conhecido ou alguém que estava a precisar
Medir esforços jamais esteve em seu pensar
É dessas coisas que eu quero para sempre te lembrar
Feliz porque agora você pôde descansar.
1961~2016
✦
29 de abril de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Um pulo logo alí
Em uma noite estrelada
Observo Escorpião, Saturno e Marte
Quase alinhados com uma lua semi cheia
Nos observando como quem não quer nada
Assim como Titã, Encélado e Reia
Dione e Mimas também podem nos escutar
Basta acreditar
Mesmo sem o som se propagar
Na imensidão sem ar
Isso tudo, relativo será
Podendo tudo estar em sua cabeça
Transformando uma longa viagem
Num piscar de olhos
É só acreditar
No equilíbrio que o universo pode nos apresentar
Dançando calmamente
Uma canção silenciosa
Dessas bem gostosa
Despreocupado
Apenas seguindo
Tomando seu espaço
Modificando constantemente
Todo o espaço observado
E o não também.
Observo Escorpião, Saturno e Marte
Quase alinhados com uma lua semi cheia
Nos observando como quem não quer nada
Assim como Titã, Encélado e Reia
Dione e Mimas também podem nos escutar
Basta acreditar
Mesmo sem o som se propagar
Na imensidão sem ar
Isso tudo, relativo será
Podendo tudo estar em sua cabeça
Transformando uma longa viagem
Num piscar de olhos
É só acreditar
No equilíbrio que o universo pode nos apresentar
Dançando calmamente
Uma canção silenciosa
Dessas bem gostosa
Despreocupado
Apenas seguindo
Tomando seu espaço
Modificando constantemente
Todo o espaço observado
E o não também.
✦
27 de abril de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Domingo no parque
Hoje é um dia um tanto especial.
Em meados de 2003 eu comecei a escrever meu primeiro blog: Eu e minha mente psicodélica 1.0.
Nele eu escrevi muita besteira, meio que um diário propriamente dito.
Mas a plataforma que o hospedava foi encerrada, por sorte possuía os textos em um backup.
Já em 2009 resolvi voltar a escrever, a qualidade dos textos melhoraram consideravelmente. Hoje, 7 anos depois, estou fazendo minha postagem de número 100. Não posto com frequência, mas sempre que me sinto inspirado, por alguém, algum sentimento, numa madrugada insone, ou apenas aquela paisagem bonita, que passou rapidamente em minha frente.
A de número 100: Domingo no Parque
Em minha mente,
Penso que hoje foi um domingo diferente
Aparentemente sonolento como sempre
Até o momento que decido mudar
Fazendo aquilo que sempre quis
e adiara com as mais estapafúrdias desculpas
Sem mais, sou tomado por um mar sensorial intransigente
A princípio de maneira visual
Seguido por um conforto sem igual
Palavras que abraçam com ternura
Fortalecendo aquela correnteza sem pedir licença
Agora com sentidos aguçados
Descubro sons novos e diferentes
Tudo antigo, mas belo como o presente
Preciso de mais tempo em algum tempo
E assim colocar em mente
Aquilo tudo que fluiu lentamente
Organizando em uma lógica tautológica diferente
Onde só alguns saberão distinguir
O real do verdadeiro inconsciente
E essas loucuras que pairam em minha mente.
Marcos Queiroz - P!RACA
Em meados de 2003 eu comecei a escrever meu primeiro blog: Eu e minha mente psicodélica 1.0.
Nele eu escrevi muita besteira, meio que um diário propriamente dito.
Mas a plataforma que o hospedava foi encerrada, por sorte possuía os textos em um backup.
Já em 2009 resolvi voltar a escrever, a qualidade dos textos melhoraram consideravelmente. Hoje, 7 anos depois, estou fazendo minha postagem de número 100. Não posto com frequência, mas sempre que me sinto inspirado, por alguém, algum sentimento, numa madrugada insone, ou apenas aquela paisagem bonita, que passou rapidamente em minha frente.
A de número 100: Domingo no Parque
Em minha mente,
Penso que hoje foi um domingo diferente
Aparentemente sonolento como sempre
Até o momento que decido mudar
Fazendo aquilo que sempre quis
e adiara com as mais estapafúrdias desculpas
Sem mais, sou tomado por um mar sensorial intransigente
A princípio de maneira visual
Seguido por um conforto sem igual
Palavras que abraçam com ternura
Fortalecendo aquela correnteza sem pedir licença
Agora com sentidos aguçados
Descubro sons novos e diferentes
Tudo antigo, mas belo como o presente
Preciso de mais tempo em algum tempo
E assim colocar em mente
Aquilo tudo que fluiu lentamente
Organizando em uma lógica tautológica diferente
Onde só alguns saberão distinguir
O real do verdadeiro inconsciente
E essas loucuras que pairam em minha mente.
Marcos Queiroz - P!RACA
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25 de abril de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
De dia
Decorando loucamente
Delirando no mundo dos algoritmos
Deliciando-se ao som de uma música calminha
Dessas de acalentar qualquer criança
Delicadamente suave e tranquila
Deixo aqui apenas o que se passa agora
Deveria mesmo era ir dormir
De baixo das cobertas
Desnudo sentimental
De alguma forma meio que literal
Desligo o pensamento matinal
Devidamente instigado
Deslocado em um total
Devaneio
Delirando no mundo dos algoritmos
Deliciando-se ao som de uma música calminha
Dessas de acalentar qualquer criança
Delicadamente suave e tranquila
Deixo aqui apenas o que se passa agora
Deveria mesmo era ir dormir
De baixo das cobertas
Desnudo sentimental
De alguma forma meio que literal
Desligo o pensamento matinal
Devidamente instigado
Deslocado em um total
Devaneio
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6 de abril de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Um verde de esperança
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2 de abril de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Batumarelhos
Pintam vermelhos e amarelos
Doces feito caramelo
Coberto com amor
É assim que vejo
Este ritmo caloroso
Capaz de curar
momentos turbulentos
apenas com o soar
Transformando aquela tristeza
Em gargalhadas confortantes
Carregadas de emoção
Que energizam meu coração
Chegando às vezes a transbordar
E me fazendo chorar
Mas de felicidade
Por também fazer parte
Desta maravilhosa coletividade
Que me pintou internamente
De vermelho e amarelo
Quando me chamou pra batucar.
Doces feito caramelo
Coberto com amor
É assim que vejo
Este ritmo caloroso
Capaz de curar
momentos turbulentos
apenas com o soar
Transformando aquela tristeza
Em gargalhadas confortantes
Carregadas de emoção
Que energizam meu coração
Chegando às vezes a transbordar
E me fazendo chorar
Mas de felicidade
Por também fazer parte
Desta maravilhosa coletividade
Que me pintou internamente
De vermelho e amarelo
Quando me chamou pra batucar.
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27 de março de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Manifesto poético às 4am
Caminhando e cantando
Seguindo a solidão
Pelos caminhos da vida
Que outrora me levaram à lugares conturbados
Agora passo nessa calmaria
Com perigos escondidos
Mas sempre de olho
Pois o menor ruído
Requer um pensamento positivo
Nisso sigo o caminho
Seguro e confiante
Cantando aquela canção
A hora que for
Seja cedo ou lá pelas tantas
Um tanto quanto deserto
porém repleto de vida
Observem.
Seguindo a solidão
Pelos caminhos da vida
Que outrora me levaram à lugares conturbados
Agora passo nessa calmaria
Com perigos escondidos
Mas sempre de olho
Pois o menor ruído
Requer um pensamento positivo
Nisso sigo o caminho
Seguro e confiante
Cantando aquela canção
A hora que for
Seja cedo ou lá pelas tantas
Um tanto quanto deserto
porém repleto de vida
Observem.
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16 de março de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Forma delicada de viver
Por um amor que seja amigo da arte
Que dance com músicas internas
Naquele silêncio quebrado apenas por passos
Seguindo o ritmo do coração
Embalando esta maravilhosa sensação
Nesta imagem amarelada existem vários pontinhos coloridos
Que trazem uma alegre vida
Às loucuras da mente
Tornando isso um combustível
Desses que não se acabam
Alimentando cada vez mais a loucura saudável da nossa alma
Apaixonando quem está próximo
Por pessoas e belezas cotidianas
Desapercebidas pela grande massa
Vivemos incompreendidos
Sigamos imutáveis nisso, porém felizes com tudo isso.
Que dance com músicas internas
Naquele silêncio quebrado apenas por passos
Seguindo o ritmo do coração
Embalando esta maravilhosa sensação
Nesta imagem amarelada existem vários pontinhos coloridos
Que trazem uma alegre vida
Às loucuras da mente
Tornando isso um combustível
Desses que não se acabam
Alimentando cada vez mais a loucura saudável da nossa alma
Apaixonando quem está próximo
Por pessoas e belezas cotidianas
Desapercebidas pela grande massa
Vivemos incompreendidos
Sigamos imutáveis nisso, porém felizes com tudo isso.
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14 de março de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Green Woman
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11 de março de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Noitinha
Estou com soninho
Mas os pratos não irão se lavar sozinhos
E assim chega a madruga
Linda e sorridente
Cambaleando alegremente
Sem pedir licença
Dona da verdade
Calma e serena
Cuidando e observando
Garantindo a continuidade de tudo
Para tudo!
Vou dormir.
Mas os pratos não irão se lavar sozinhos
E assim chega a madruga
Linda e sorridente
Cambaleando alegremente
Sem pedir licença
Dona da verdade
Calma e serena
Cuidando e observando
Garantindo a continuidade de tudo
Para tudo!
Vou dormir.
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27 de fevereiro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
O choro da beleza
Sou diferente
Vivo num fuso diferente de muita gente
Contente
Com pensamentos que as vezes nem eu entendo
Movido por emoções
Aquelas de lindas canções
Ou de um filme peculiar
Que insiste em me mostrar
O sentimento que mora naquele lugar
E me faz chorar
Mas não de tristeza
Apenas de buniteza
Como pavras que retratam
Com tamanha clareza
A pureza.
Vivo num fuso diferente de muita gente
Contente
Com pensamentos que as vezes nem eu entendo
Movido por emoções
Aquelas de lindas canções
Ou de um filme peculiar
Que insiste em me mostrar
O sentimento que mora naquele lugar
E me faz chorar
Mas não de tristeza
Apenas de buniteza
Como pavras que retratam
Com tamanha clareza
A pureza.
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26 de fevereiro de 2016
•
P!RACA
Textículos Comidramáticos
O silêncio esfaqueado
Era uma noite calma
Daquelas onde só se escuta o vento soprar
O horizonte estava todo iluminado pelo luar
Quando um clima esquisito passou
Aquela dúvida atracou
Num momento repentino
O grito de um menino ecoou
Cortando rispidamente o silêncio
Era um grito fino, apressado e prolongado
Que mais parecia filme de terror
E ele clamou com tamanho fervor
Envolto naquele fedor:
- Mããããeeeeee, termineeeeeiiiii, já pode viiirrr!
Com esse textículo, dou início a aba cômica deste blog,
KKK (PICUCHA, Dona)
Daquelas onde só se escuta o vento soprar
O horizonte estava todo iluminado pelo luar
Quando um clima esquisito passou
Aquela dúvida atracou
Num momento repentino
O grito de um menino ecoou
Cortando rispidamente o silêncio
Era um grito fino, apressado e prolongado
Que mais parecia filme de terror
E ele clamou com tamanho fervor
Envolto naquele fedor:
- Mããããeeeeee, termineeeeeiiiii, já pode viiirrr!
Com esse textículo, dou início a aba cômica deste blog,
KKK (PICUCHA, Dona)
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3 de fevereiro de 2016
•
P!RACA
Antigas
A Beleza Silenciosa
Uma cor vibrante, daquelas que marcam
Uma forma conhecida por todos nós é a dona
dessa cor
Com uma postura elegante e soberana
Com uma postura elegante e soberana
Saúdas e segue o astro rei, onde ele for.
Simples como feijão e arroz tu és
Uma cor suave como a de um leite fresco
E um pedacinho de sol no seu meio
Encantas com a mesma intensidade de um luar.
Apaixonados a dão com todo amor e carinho
Com sua cor escarlate enleva quem as recebe
Selando assim um lindo amor mútuo.
Vocês estão em toda parte do mundo
Na mente da humanidade também estás presente
Porém eu lamento, nem
todos as percebem.Marcos Queiroz, Feira de Santana-BA, 06/02/2004.
Fiz esse texto há muito tempo atrás, enquanto via minha novela, hoje resolvi posta-lo ele aqui.
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2 de fevereiro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Paradoxo Discrepante
Fino trato
Abstrato
Seguido de um contralto
Loucamente empurrado
Ladeira a baixo
Sem os freios dos sentidos
Com a brisa naqueles cabelos lisos
E na cara aquele sorriso solto :)
Apenas
Penas brancas que caem de pássaros amarelos
Sobretudos ao avesso sob a pele
Formando o som corriqueiro daquele silêncio
Que agita com tamanha calma
A inércia constante daquele MRUV
Abstrato
Seguido de um contralto
Loucamente empurrado
Ladeira a baixo
Sem os freios dos sentidos
Com a brisa naqueles cabelos lisos
E na cara aquele sorriso solto :)
Apenas
Penas brancas que caem de pássaros amarelos
Sobretudos ao avesso sob a pele
Formando o som corriqueiro daquele silêncio
Que agita com tamanha calma
A inércia constante daquele MRUV
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26 de janeiro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Um mês e sete dias
Foste a flor que me encantou
Aquela diferente do jardim
Pois só vi uma flor usar saião
E apenas uma conversava horas comigo
Sobre qualquer coisa
E nos meus dias mais conturbados,
Lá estava ela para me acalmar
Com algum gesto simples que me fez olhar
Enfatizando a beleza que via a te admirar
Hoje posso dizer que teu cheiro me embebeda e só me faz relembrar as coisas boas que passei ao seu lado
No ano que passou nossa cumplicidade aumentou
E nossa relação se estreitou
Feliz que algo tenha te chamado a atenção em mim
Pois sem isso acho que não estaria te escrevendo mais um texto
Ou até estaria, pois sempre te escrevi
O tempo andou rápido e concordamos
Já que estamos bem, vamos seguir
E ver até onde iremos
Nisso um mês passou e vi que não tinha mais jeito
Pois encontrei meu par perfeito.
Um mês, feliz dia, que não foi escrito no dia, mas essas coisas não são programadas, muito menos aguardadas, por isso tou mandando só agora.
Beijos amor, ao nosso amor.
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13 de janeiro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
... Ar
Aquela sensação
Quando o quebra-cabeça está perto do fim
Quando o nó está prestes a se desatar
Aquele alívio próximo da felicidade
Que forma aquele sorriso tímido no canto da boca
Isso tudo nos anima
Gera mais combustível
E as vezes até faz levantar voo
Qual nome dar?
Seria um bem estar?
Quem sabe um gostar?
Melhor não rotular
Apenas sentir e aproveitar
Um viva aos verbos que terminam com AR.
07-01-2016
Quando o quebra-cabeça está perto do fim
Quando o nó está prestes a se desatar
Aquele alívio próximo da felicidade
Que forma aquele sorriso tímido no canto da boca
Isso tudo nos anima
Gera mais combustível
E as vezes até faz levantar voo
Qual nome dar?
Seria um bem estar?
Quem sabe um gostar?
Melhor não rotular
Apenas sentir e aproveitar
Um viva aos verbos que terminam com AR.
07-01-2016


