FREQUÊNCIA MENTAL: ATIVA 4.0

Balanço de vento

Tentando sacudir minh'alma
Repito caminhos não vencidos
Por ora amenizados
Mas que insistem em ficar

Olha-se o vento bater
Mas a brisa não consegue refrescar
Por mais que eu abrisse o olho
Não consegui enxergar

O agora vento, então começa a soprar
Bagunçando meu cabelo
Que acabara de pentear
O jeito é por no lugar

Para sempre viajar

Hora de relembrar
Sentir aquele momento
A piscina sendo limpa
O disco antigo a tocar
Descobrindo novos sons
Que vieram pra ficar
E me identificar
Num passeio interestelar
Que nunca irei esquecer
Esse gosto ascender
E meus ouvidos a desentupir
Fazendo o cérebro sempre evoluir
Criando viagens momentâneas
Num espaço tempo infinito
Deslocado ao seu limite derivado
Integrado e recursivo
Que logo logo será impressa
Permanentemente
Da mente para o corpo
Demonstrando um pouco
O meu ser louco