Caminhando e cantando
Seguindo a solidão
Pelos caminhos da vida
Que outrora me levaram à lugares conturbados
Agora passo nessa calmaria
Com perigos escondidos
Mas sempre de olho
Pois o menor ruído
Requer um pensamento positivo
Nisso sigo o caminho
Seguro e confiante
Cantando aquela canção
A hora que for
Seja cedo ou lá pelas tantas
Um tanto quanto deserto
porém repleto de vida
Observem.
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16 de março de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Forma delicada de viver
Por um amor que seja amigo da arte
Que dance com músicas internas
Naquele silêncio quebrado apenas por passos
Seguindo o ritmo do coração
Embalando esta maravilhosa sensação
Nesta imagem amarelada existem vários pontinhos coloridos
Que trazem uma alegre vida
Às loucuras da mente
Tornando isso um combustível
Desses que não se acabam
Alimentando cada vez mais a loucura saudável da nossa alma
Apaixonando quem está próximo
Por pessoas e belezas cotidianas
Desapercebidas pela grande massa
Vivemos incompreendidos
Sigamos imutáveis nisso, porém felizes com tudo isso.
Que dance com músicas internas
Naquele silêncio quebrado apenas por passos
Seguindo o ritmo do coração
Embalando esta maravilhosa sensação
Nesta imagem amarelada existem vários pontinhos coloridos
Que trazem uma alegre vida
Às loucuras da mente
Tornando isso um combustível
Desses que não se acabam
Alimentando cada vez mais a loucura saudável da nossa alma
Apaixonando quem está próximo
Por pessoas e belezas cotidianas
Desapercebidas pela grande massa
Vivemos incompreendidos
Sigamos imutáveis nisso, porém felizes com tudo isso.
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14 de março de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Green Woman
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11 de março de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Noitinha
Estou com soninho
Mas os pratos não irão se lavar sozinhos
E assim chega a madruga
Linda e sorridente
Cambaleando alegremente
Sem pedir licença
Dona da verdade
Calma e serena
Cuidando e observando
Garantindo a continuidade de tudo
Para tudo!
Vou dormir.
Mas os pratos não irão se lavar sozinhos
E assim chega a madruga
Linda e sorridente
Cambaleando alegremente
Sem pedir licença
Dona da verdade
Calma e serena
Cuidando e observando
Garantindo a continuidade de tudo
Para tudo!
Vou dormir.
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27 de fevereiro de 2016
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
O choro da beleza
Sou diferente
Vivo num fuso diferente de muita gente
Contente
Com pensamentos que as vezes nem eu entendo
Movido por emoções
Aquelas de lindas canções
Ou de um filme peculiar
Que insiste em me mostrar
O sentimento que mora naquele lugar
E me faz chorar
Mas não de tristeza
Apenas de buniteza
Como pavras que retratam
Com tamanha clareza
A pureza.
Vivo num fuso diferente de muita gente
Contente
Com pensamentos que as vezes nem eu entendo
Movido por emoções
Aquelas de lindas canções
Ou de um filme peculiar
Que insiste em me mostrar
O sentimento que mora naquele lugar
E me faz chorar
Mas não de tristeza
Apenas de buniteza
Como pavras que retratam
Com tamanha clareza
A pureza.
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26 de fevereiro de 2016
•
P!RACA
Textículos Comidramáticos
O silêncio esfaqueado
Era uma noite calma
Daquelas onde só se escuta o vento soprar
O horizonte estava todo iluminado pelo luar
Quando um clima esquisito passou
Aquela dúvida atracou
Num momento repentino
O grito de um menino ecoou
Cortando rispidamente o silêncio
Era um grito fino, apressado e prolongado
Que mais parecia filme de terror
E ele clamou com tamanho fervor
Envolto naquele fedor:
- Mããããeeeeee, termineeeeeiiiii, já pode viiirrr!
Com esse textículo, dou início a aba cômica deste blog,
KKK (PICUCHA, Dona)
Daquelas onde só se escuta o vento soprar
O horizonte estava todo iluminado pelo luar
Quando um clima esquisito passou
Aquela dúvida atracou
Num momento repentino
O grito de um menino ecoou
Cortando rispidamente o silêncio
Era um grito fino, apressado e prolongado
Que mais parecia filme de terror
E ele clamou com tamanho fervor
Envolto naquele fedor:
- Mããããeeeeee, termineeeeeiiiii, já pode viiirrr!
Com esse textículo, dou início a aba cômica deste blog,
KKK (PICUCHA, Dona)
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3 de fevereiro de 2016
•
P!RACA
Antigas
A Beleza Silenciosa
Uma cor vibrante, daquelas que marcam
Uma forma conhecida por todos nós é a dona
dessa cor
Com uma postura elegante e soberana
Com uma postura elegante e soberana
Saúdas e segue o astro rei, onde ele for.
Simples como feijão e arroz tu és
Uma cor suave como a de um leite fresco
E um pedacinho de sol no seu meio
Encantas com a mesma intensidade de um luar.
Apaixonados a dão com todo amor e carinho
Com sua cor escarlate enleva quem as recebe
Selando assim um lindo amor mútuo.
Vocês estão em toda parte do mundo
Na mente da humanidade também estás presente
Porém eu lamento, nem
todos as percebem.Marcos Queiroz, Feira de Santana-BA, 06/02/2004.
Fiz esse texto há muito tempo atrás, enquanto via minha novela, hoje resolvi posta-lo ele aqui.

