Rotinas foram feitas para serem quebradas
Regras costumam ser violadas
Rotas toda hora são desviadas
Restando só frases bagunçadas
Aquela regra foi mudada
O padrão alterado
Olhos além do alcance
Percebendo outros lances
Novos ares, ainda meio que distantes
Seja lá puro ou rarefeito, mas abundante
E quando tudo parecer ruim, relaxe e cante
Nesse ritmo a vida vai passando
Com seus altos e baixos
Mas sempre vibrante
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17 de julho de 2017
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Pensei que ia brilhar
Misto de sensações inquietantes
Querendo saber o que vem mais a diante
Fiquei escravo de expectativas distoantes
Um monte de quero, queremos, vagantes
Parece que o desejado corre sempre à frente
Distância constante, ora mais próxima
Ora desapareceu de tão distante
Mais uma vez freei e tomei um calmante
Praticamente um círculo vicioso
Como o gato que corre atrás do rato
Mas que até o momento está decepcionado
Apareceu uma ponta de raio solar
Mas fora incoberto me fazendo quase chorar
Vamos esperar, um dia o dia há de brilhar
Querendo saber o que vem mais a diante
Fiquei escravo de expectativas distoantes
Um monte de quero, queremos, vagantes
Parece que o desejado corre sempre à frente
Distância constante, ora mais próxima
Ora desapareceu de tão distante
Mais uma vez freei e tomei um calmante
Praticamente um círculo vicioso
Como o gato que corre atrás do rato
Mas que até o momento está decepcionado
Apareceu uma ponta de raio solar
Mas fora incoberto me fazendo quase chorar
Vamos esperar, um dia o dia há de brilhar
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5 de julho de 2017
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Ar que alcança explicação
Chego pra bagunçar
As vezes falo sem pensar
Mas apenas tentando ajudar
Não sei mais o que se passa
Dentro daqui tudo é uma grande ameaça
Muita inconstância nessa criança
Faz tudo virar uma lambança
Mas apesar de tudo
Sempre há esperança
Vivo em caminhos sinuosos
Que poderiam ser mais rápidos
Mas não teria emoção
E logo perderia o tesão
Continuarei assim
Tranquilo até então
Devagar e sempre
Neste meu mundão
As vezes falo sem pensar
Mas apenas tentando ajudar
Não sei mais o que se passa
Dentro daqui tudo é uma grande ameaça
Muita inconstância nessa criança
Faz tudo virar uma lambança
Mas apesar de tudo
Sempre há esperança
Vivo em caminhos sinuosos
Que poderiam ser mais rápidos
Mas não teria emoção
E logo perderia o tesão
Continuarei assim
Tranquilo até então
Devagar e sempre
Neste meu mundão
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1 de julho de 2017
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Visualizando
Não tenho vontade de dormir
Muito menos de ficar acordado
Quero estudar, produzir
Mas só consigo fazer nada
As desilusões me perseguem
Mesmo estando bem
Ainda assim dizem que estou mal
Nestes eternos conflitos de mal e bem
Livros para ler, vontade de ler
Mas não consigo parar pra ler
Pequeno montes se formam
De coisas inacabadas
Há tanta coisa pra fazer
Quero fazer tudo
Ao mesmo tempo quero fazer nada
Apenas paranóias de uma madrugada
Muito menos de ficar acordado
Quero estudar, produzir
Mas só consigo fazer nada
As desilusões me perseguem
Mesmo estando bem
Ainda assim dizem que estou mal
Nestes eternos conflitos de mal e bem
Livros para ler, vontade de ler
Mas não consigo parar pra ler
Pequeno montes se formam
De coisas inacabadas
Há tanta coisa pra fazer
Quero fazer tudo
Ao mesmo tempo quero fazer nada
Apenas paranóias de uma madrugada
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27 de junho de 2017
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Ghost
Aquele momento em que assisto um filme e começo a chorar
Não pelo filme ser triste e isso provocar
Mas por ver o quão ruim a vida está
E com quem você queria desabafar
Parece que nem quer me escutar
Sabe aquela cena que te dá um tapa na cara?
E o que dói mais é saber que aquela injustiça é a mais pura realidade
Momento finito
Aquele onde vira-se a página
Enxuga-se as lágrimas
E parte pra casa
Não pelo filme ser triste e isso provocar
Mas por ver o quão ruim a vida está
E com quem você queria desabafar
Parece que nem quer me escutar
Sabe aquela cena que te dá um tapa na cara?
E o que dói mais é saber que aquela injustiça é a mais pura realidade
Momento finito
Aquele onde vira-se a página
Enxuga-se as lágrimas
E parte pra casa
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22 de junho de 2017
•
P!RACA
Sonhos loucos
O sonho de ontem
Sonhei que me mudava
Pra um canto que já morei
Mas no local o número era diferente
Logo percebi que a sensação era boa
Como antigamente
Mas hoje o local era novo e maior
Atrás e de lado, alto
Não lembro internamente
Só carregando coisas pra dentro
Infelizmente é só o que lembro
Ficando apenas o bem-estar
Daquele lugar
Vamos esperar...
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19 de junho de 2017
•
P!RACA
Lunáticas Poéticas
Com sentido
Uma escada de madeira que dava pra um corredor nulo
Este levava para um novo mundo
Mundo selvagem inabitado
Com cachoeiras seguidas e muita mata
Não sei como tudo isso cabia numa casa
A mesma onde funcionava uma escola
Cuja a sede era em outra quadra
E eu estava lá buscando
Não me pergunte o quê
Nem se encontrei
Pois eu acordei
E quando dormi novamente
Não mais voltei
Este levava para um novo mundo
Mundo selvagem inabitado
Com cachoeiras seguidas e muita mata
Não sei como tudo isso cabia numa casa
A mesma onde funcionava uma escola
Cuja a sede era em outra quadra
E eu estava lá buscando
Não me pergunte o quê
Nem se encontrei
Pois eu acordei
E quando dormi novamente
Não mais voltei